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Antonio Angelo Rocha

CRM - 26463

Médico Especialista em Cirurgia Geral, Coloproctologia e Gastroenterologia atuante na cidade de Poços de Caldas (MG). CRM/MG: 26463 Graduado em Medicina em 1992; Especialista em Cirurgia Geral – RQE Nº: 9114; Área de atuação em Cirurgia Videolaparoscópica – RQE Nº: 28512; Especialista em Coloproctologia – RQE Nº: 9115; Especialista em Gastroenterologia – RQE Nº: 18306; Membro da Sociedade Mineira de Coloproctologia (SMCP); Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (TCBCD); Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia (TCBC); Membro Titular da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG); Membro Titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (TSBCP); Certificado de Habilitação em Cirurgia Oncológica pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia (CBC); Professor de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais campus Poços de Caldas.

Tratamentos

Doença do refluxo gastroesofágico
A doença do refluxo gastroesofágico ocorre quando o conteúdo do estômago retorna de forma anormal para o esôfago, causando sintomas como azia, queimação e desconforto. Em alguns casos, pode levar a complicações como inflamações ou lesões na mucosa esofágica. O tratamento varia de acordo com a gravidade, podendo incluir mudanças de hábitos, uso de medicações específicas ou, em situações selecionadas, cirurgia. O objetivo é controlar os sintomas, prevenir complicações e devolver qualidade de vida ao paciente.
Gastrite
A gastrite é a inflamação da mucosa do estômago, que pode ser causada por fatores como má alimentação, uso de medicamentos, consumo excessivo de álcool, estresse ou infecção pela bactéria Helicobacter pylori. Os sintomas mais comuns incluem dor ou queimação abdominal, náuseas e sensação de estômago cheio. O tratamento envolve desde mudanças nos hábitos de vida até o uso de medicamentos específicos, de acordo com a causa identificada. O acompanhamento adequado é essencial para aliviar os sintomas, evitar complicações e restaurar o bem-estar do paciente.
Úlcera gástrica
A úlcera gástrica é uma ferida que se forma na mucosa do estômago devido ao desequilíbrio entre os fatores agressivos, como ácido e bactérias, e os mecanismos de defesa natural do órgão. Entre as principais causas estão a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, o uso frequente de anti-inflamatórios e hábitos de vida inadequados. Os sintomas incluem dor ou queimação no abdômen, náuseas, indigestão e, em casos mais graves, sangramentos. O tratamento envolve medicamentos específicos, mudanças de hábitos e, em algumas situações, intervenção endoscópica ou cirúrgica. O objetivo é cicatrizar a lesão, aliviar os sintomas e prevenir complicações.
Pedra na Vesícula
A presença de cálculos na vesícula biliar, conhecida como colelitíase, pode causar dor abdominal intensa, náuseas, má digestão e, em alguns casos, complicações mais graves como inflamações e obstruções. Embora nem sempre apresente sintomas, quando identificada é importante avaliar a necessidade de tratamento. A cirurgia para retirada da vesícula (colecistectomia) é o método mais eficaz e seguro, prevenindo crises futuras e protegendo a saúde do sistema digestivo.
Esteatose hepática
Popularmente conhecida como "gordura no fígado", a esteatose hepática é um distúrbio caracterizado pelo acúmulo de gordura no interior das células do fígado. Esse acúmulo constante e por tempo prolongado pode provocar uma inflamação capaz de evoluir para quadros de hepatite gordurosa, cirrose hepática e até câncer.
Pancreatite
A pancreatite é a inflamação do pâncreas, órgão essencial para a digestão e para o controle dos níveis de açúcar no sangue. Pode se apresentar de forma aguda, com dor abdominal intensa de início súbito, náuseas e vômitos, ou de forma crônica, quando a inflamação se mantém ao longo do tempo e compromete a função pancreática. Entre as principais causas estão o consumo excessivo de álcool e a presença de cálculos na vesícula. O tratamento varia conforme a gravidade, podendo incluir dieta controlada, medicamentos ou internação hospitalar, sempre com o objetivo de aliviar os sintomas, tratar a causa e evitar complicações.
Síndrome do intestino irritável
A síndrome do intestino irritável é um distúrbio funcional do trato digestivo caracterizado por episódios recorrentes de dor ou desconforto abdominal, acompanhados de alterações do hábito intestinal, como diarreia, constipação ou ambos. Embora não cause lesões estruturais no intestino, pode impactar significativamente a qualidade de vida. O tratamento envolve ajustes na alimentação, manejo do estresse e, quando necessário, uso de medicações para controlar os sintomas. O acompanhamento médico é fundamental para personalizar a abordagem e proporcionar maior bem-estar ao paciente.
Hepatite e Cirrose
A hepatite é a inflamação do fígado, podendo ser causada por vírus, consumo excessivo de álcool, uso de certos medicamentos ou doenças autoimunes. Muitas vezes não apresenta sintomas iniciais, mas pode causar fadiga, mal-estar, dor abdominal e alteração na cor da pele e dos olhos (icterícia). O tratamento varia de acordo com o tipo e a causa da doença, e pode envolver desde mudanças de hábitos até uso de antivirais ou outras medicações específicas. O acompanhamento médico é essencial para evitar complicações e proteger a saúde do fígado. A cirrose é a fase avançada de diversas doenças do fígado, caracterizada pela substituição do tecido hepático saudável por cicatrizes, comprometendo de forma progressiva a função do órgão. Pode ser consequência de hepatite crônica, consumo excessivo de álcool, esteatose hepática (gordura no fígado) ou outras condições. Os sintomas incluem cansaço, inchaço abdominal, sangramentos e icterícia. Embora não tenha cura definitiva, a cirrose pode ser controlada com tratamento clínico, mudanças no estilo de vida e acompanhamento especializado, reduzindo complicações e melhorando a qualidade de vida do paciente.
Doença Celíaca
A doença celíaca é uma condição autoimune em que a ingestão de glúten — proteína presente no trigo, centeio e cevada — provoca uma reação inflamatória no intestino delgado. Essa resposta compromete a absorção de nutrientes e pode causar sintomas como diarreia, distensão abdominal, perda de peso, anemia e fadiga. Em alguns casos, pode se manifestar de forma silenciosa. O único tratamento eficaz é a adoção de uma dieta isenta de glúten por toda a vida, o que permite o controle dos sintomas, a recuperação da mucosa intestinal e a melhora da qualidade de vida.
Câncer do Estômago, Intestino Grosso, Reto e Ânus
Atualmente, os tratamentos para o câncer trazem um aumento considerável da expectativa e da qualidade de vida fazendo com que o paciente possa retomar suas vida e voltar a fazer planos. No entanto, os mesmos tratamentos, que...
Intolerância a Lactose
A intolerância à lactose é a dificuldade de digerir a lactose, açúcar presente no leite e em seus derivados, devido à redução ou ausência da enzima lactase no intestino. Essa condição pode causar sintomas como inchaço abdominal, gases, cólicas, diarreia e desconforto logo após o consumo de alimentos com leite. O tratamento é individualizado e pode incluir ajustes na dieta, uso de produtos sem lactose ou, em alguns casos, suplementação enzimática. Com acompanhamento adequado, é possível controlar os sintomas e manter uma alimentação equilibrada sem prejuízo à saúde.
Hemorroidas
As hemorroidas são veias dilatadas na região anal ou retal que podem causar sintomas como dor, coceira, sangramento e desconforto ao evacuar. Embora sejam comuns, podem impactar significativamente a qualidade de vida quando não tratadas. O tratamento varia de acordo com o grau da doença, indo desde mudanças de hábitos alimentares e uso de medicamentos até procedimentos minimamente invasivos ou cirurgia. O acompanhamento médico é essencial para definir a melhor abordagem, aliviar os sintomas e prevenir recorrências.
Doença de Crohn
A Doença de Crohn é uma enfermidade inflamatória crônica que pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal, do esôfago ao ânus, sendo mais comum no intestino delgado e no cólon. Seus sintomas incluem dor abdominal, diarreia persistente, perda de peso, fadiga e, em alguns casos, manifestações fora do intestino, como problemas articulares ou de pele. Embora não tenha cura definitiva, o tratamento com medicamentos, mudanças de estilo de vida e acompanhamento contínuo permite controlar a inflamação, reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. Em situações específicas, pode ser necessária intervenção cirúrgica.
Colites e Retocolite Ulcerativa
A colite é a inflamação do cólon (intestino grosso), que pode ter diferentes causas, como infecções, reações a medicamentos, doenças autoimunes ou condições inflamatórias crônicas. Os sintomas mais comuns incluem dor abdominal, diarreia, presença de muco ou sangue nas fezes e febre. O tratamento depende da origem da inflamação, podendo envolver antibióticos, anti-inflamatórios, ajustes alimentares e acompanhamento médico regular. O diagnóstico correto é fundamental para garantir a abordagem adequada e prevenir complicações. A retocolite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal crônica que afeta exclusivamente o cólon e o reto, provocando ulcerações na mucosa intestinal. Os sintomas mais frequentes são diarreia com sangue, cólicas abdominais, urgência evacuatória e perda de peso. O tratamento envolve medicamentos para controlar a inflamação, mudanças na dieta e acompanhamento contínuo, além de cirurgias em casos mais graves ou resistentes. Embora não tenha cura definitiva, a retocolite pode ser controlada, permitindo períodos prolongados de remissão e qualidade de vida ao paciente.
Diverticulite
A diverticulite é a inflamação ou infecção dos divertículos, pequenas bolsas que podem se formar na parede do intestino grosso. Quando inflamados, podem causar dor abdominal intensa (geralmente no lado esquerdo), febre, náuseas, alteração do hábito intestinal e, em casos mais graves, complicações como abscessos ou perfuração intestinal. O tratamento depende da gravidade, podendo incluir antibióticos, dieta específica e, em situações mais avançadas, intervenção cirúrgica. O acompanhamento médico é fundamental para controlar a doença, aliviar os sintomas e prevenir novas crises.
Infecções Intestinais
As infecções intestinais são causadas por vírus, bactérias ou parasitas que afetam o trato gastrointestinal, levando a sintomas como diarreia, dor abdominal, náuseas, vômitos e febre. A gravidade varia de casos leves e autolimitados até quadros mais sérios que exigem internação. O tratamento inclui reposição de líquidos e sais minerais, ajustes na dieta e, quando necessário, uso de medicamentos específicos conforme o agente causador. O diagnóstico correto é essencial para evitar complicações e garantir uma recuperação segura e eficaz.
Pólipos
Os pólipos intestinais são pequenas projeções que se desenvolvem na parede interna do cólon ou do reto. Na maioria das vezes são benignos e assintomáticos, mas alguns tipos podem evoluir para câncer se não forem detectados e tratados precocemente. O diagnóstico costuma ser feito por exames como a colonoscopia, que permite não apenas identificar, mas também remover os pólipos durante o procedimento. A prevenção e o acompanhamento regular são fundamentais para reduzir o risco de complicações e manter a saúde do intestino em dia.
Constipação (Intestino preso)
A constipação intestinal, conhecida popularmente como intestino preso, é caracterizada pela dificuldade ou baixa frequência para evacuar, geralmente associada a fezes endurecidas e sensação de evacuação incompleta. Pode ser causada por alimentação pobre em fibras, baixa ingestão de líquidos, sedentarismo, uso de certos medicamentos ou condições clínicas específicas. O tratamento envolve mudanças no estilo de vida, como dieta rica em fibras, hidratação adequada e prática de exercícios físicos, além de acompanhamento médico em casos persistentes. O objetivo é restabelecer o funcionamento regular do intestino e melhorar a qualidade de vida do paciente.
Doença do refluxo gastroesofágico
A doença do refluxo gastroesofágico ocorre quando o conteúdo do estômago retorna de forma anormal para o esôfago, causando sintomas como azia, queimação e desconforto. Em alguns casos, pode levar a complicações como inflamações ou lesões na mucosa esofágica. O tratamento varia de acordo com a gravidade, podendo incluir mudanças de hábitos, uso de medicações específicas ou, em situações selecionadas, cirurgia. O objetivo é controlar os sintomas, prevenir complicações e devolver qualidade de vida ao paciente.
Gastrite
A gastrite é a inflamação da mucosa do estômago, que pode ser causada por fatores como má alimentação, uso de medicamentos, consumo excessivo de álcool, estresse ou infecção pela bactéria Helicobacter pylori. Os sintomas mais comuns incluem dor ou queimação abdominal, náuseas e sensação de estômago cheio. O tratamento envolve desde mudanças nos hábitos de vida até o uso de medicamentos específicos, de acordo com a causa identificada. O acompanhamento adequado é essencial para aliviar os sintomas, evitar complicações e restaurar o bem-estar do paciente.
Úlcera gástrica
A úlcera gástrica é uma ferida que se forma na mucosa do estômago devido ao desequilíbrio entre os fatores agressivos, como ácido e bactérias, e os mecanismos de defesa natural do órgão. Entre as principais causas estão a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, o uso frequente de anti-inflamatórios e hábitos de vida inadequados. Os sintomas incluem dor ou queimação no abdômen, náuseas, indigestão e, em casos mais graves, sangramentos. O tratamento envolve medicamentos específicos, mudanças de hábitos e, em algumas situações, intervenção endoscópica ou cirúrgica. O objetivo é cicatrizar a lesão, aliviar os sintomas e prevenir complicações.
Pedra na Vesícula
A presença de cálculos na vesícula biliar, conhecida como colelitíase, pode causar dor abdominal intensa, náuseas, má digestão e, em alguns casos, complicações mais graves como inflamações e obstruções. Embora nem sempre apresente sintomas, quando identificada é importante avaliar a necessidade de tratamento. A cirurgia para retirada da vesícula (colecistectomia) é o método mais eficaz e seguro, prevenindo crises futuras e protegendo a saúde do sistema digestivo.
Esteatose hepática
Popularmente conhecida como "gordura no fígado", a esteatose hepática é um distúrbio caracterizado pelo acúmulo de gordura no interior das células do fígado. Esse acúmulo constante e por tempo prolongado pode provocar uma inflamação capaz de evoluir para quadros de hepatite gordurosa, cirrose hepática e até câncer.
Pancreatite
A pancreatite é a inflamação do pâncreas, órgão essencial para a digestão e para o controle dos níveis de açúcar no sangue. Pode se apresentar de forma aguda, com dor abdominal intensa de início súbito, náuseas e vômitos, ou de forma crônica, quando a inflamação se mantém ao longo do tempo e compromete a função pancreática. Entre as principais causas estão o consumo excessivo de álcool e a presença de cálculos na vesícula. O tratamento varia conforme a gravidade, podendo incluir dieta controlada, medicamentos ou internação hospitalar, sempre com o objetivo de aliviar os sintomas, tratar a causa e evitar complicações.
Síndrome do intestino irritável
A síndrome do intestino irritável é um distúrbio funcional do trato digestivo caracterizado por episódios recorrentes de dor ou desconforto abdominal, acompanhados de alterações do hábito intestinal, como diarreia, constipação ou ambos. Embora não cause lesões estruturais no intestino, pode impactar significativamente a qualidade de vida. O tratamento envolve ajustes na alimentação, manejo do estresse e, quando necessário, uso de medicações para controlar os sintomas. O acompanhamento médico é fundamental para personalizar a abordagem e proporcionar maior bem-estar ao paciente.
Hepatite e Cirrose
A hepatite é a inflamação do fígado, podendo ser causada por vírus, consumo excessivo de álcool, uso de certos medicamentos ou doenças autoimunes. Muitas vezes não apresenta sintomas iniciais, mas pode causar fadiga, mal-estar, dor abdominal e alteração na cor da pele e dos olhos (icterícia). O tratamento varia de acordo com o tipo e a causa da doença, e pode envolver desde mudanças de hábitos até uso de antivirais ou outras medicações específicas. O acompanhamento médico é essencial para evitar complicações e proteger a saúde do fígado. A cirrose é a fase avançada de diversas doenças do fígado, caracterizada pela substituição do tecido hepático saudável por cicatrizes, comprometendo de forma progressiva a função do órgão. Pode ser consequência de hepatite crônica, consumo excessivo de álcool, esteatose hepática (gordura no fígado) ou outras condições. Os sintomas incluem cansaço, inchaço abdominal, sangramentos e icterícia. Embora não tenha cura definitiva, a cirrose pode ser controlada com tratamento clínico, mudanças no estilo de vida e acompanhamento especializado, reduzindo complicações e melhorando a qualidade de vida do paciente.
Doença Celíaca
A doença celíaca é uma condição autoimune em que a ingestão de glúten — proteína presente no trigo, centeio e cevada — provoca uma reação inflamatória no intestino delgado. Essa resposta compromete a absorção de nutrientes e pode causar sintomas como diarreia, distensão abdominal, perda de peso, anemia e fadiga. Em alguns casos, pode se manifestar de forma silenciosa. O único tratamento eficaz é a adoção de uma dieta isenta de glúten por toda a vida, o que permite o controle dos sintomas, a recuperação da mucosa intestinal e a melhora da qualidade de vida.
Câncer do Estômago, Intestino Grosso, Reto e Ânus
Atualmente, os tratamentos para o câncer trazem um aumento considerável da expectativa e da qualidade de vida fazendo com que o paciente possa retomar suas vida e voltar a fazer planos. No entanto, os mesmos tratamentos, que...
Intolerância a Lactose
A intolerância à lactose é a dificuldade de digerir a lactose, açúcar presente no leite e em seus derivados, devido à redução ou ausência da enzima lactase no intestino. Essa condição pode causar sintomas como inchaço abdominal, gases, cólicas, diarreia e desconforto logo após o consumo de alimentos com leite. O tratamento é individualizado e pode incluir ajustes na dieta, uso de produtos sem lactose ou, em alguns casos, suplementação enzimática. Com acompanhamento adequado, é possível controlar os sintomas e manter uma alimentação equilibrada sem prejuízo à saúde.
Hemorroidas
As hemorroidas são veias dilatadas na região anal ou retal que podem causar sintomas como dor, coceira, sangramento e desconforto ao evacuar. Embora sejam comuns, podem impactar significativamente a qualidade de vida quando não tratadas. O tratamento varia de acordo com o grau da doença, indo desde mudanças de hábitos alimentares e uso de medicamentos até procedimentos minimamente invasivos ou cirurgia. O acompanhamento médico é essencial para definir a melhor abordagem, aliviar os sintomas e prevenir recorrências.
Doença de Crohn
A Doença de Crohn é uma enfermidade inflamatória crônica que pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal, do esôfago ao ânus, sendo mais comum no intestino delgado e no cólon. Seus sintomas incluem dor abdominal, diarreia persistente, perda de peso, fadiga e, em alguns casos, manifestações fora do intestino, como problemas articulares ou de pele. Embora não tenha cura definitiva, o tratamento com medicamentos, mudanças de estilo de vida e acompanhamento contínuo permite controlar a inflamação, reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. Em situações específicas, pode ser necessária intervenção cirúrgica.
Colites e Retocolite Ulcerativa
A colite é a inflamação do cólon (intestino grosso), que pode ter diferentes causas, como infecções, reações a medicamentos, doenças autoimunes ou condições inflamatórias crônicas. Os sintomas mais comuns incluem dor abdominal, diarreia, presença de muco ou sangue nas fezes e febre. O tratamento depende da origem da inflamação, podendo envolver antibióticos, anti-inflamatórios, ajustes alimentares e acompanhamento médico regular. O diagnóstico correto é fundamental para garantir a abordagem adequada e prevenir complicações. A retocolite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal crônica que afeta exclusivamente o cólon e o reto, provocando ulcerações na mucosa intestinal. Os sintomas mais frequentes são diarreia com sangue, cólicas abdominais, urgência evacuatória e perda de peso. O tratamento envolve medicamentos para controlar a inflamação, mudanças na dieta e acompanhamento contínuo, além de cirurgias em casos mais graves ou resistentes. Embora não tenha cura definitiva, a retocolite pode ser controlada, permitindo períodos prolongados de remissão e qualidade de vida ao paciente.
Diverticulite
A diverticulite é a inflamação ou infecção dos divertículos, pequenas bolsas que podem se formar na parede do intestino grosso. Quando inflamados, podem causar dor abdominal intensa (geralmente no lado esquerdo), febre, náuseas, alteração do hábito intestinal e, em casos mais graves, complicações como abscessos ou perfuração intestinal. O tratamento depende da gravidade, podendo incluir antibióticos, dieta específica e, em situações mais avançadas, intervenção cirúrgica. O acompanhamento médico é fundamental para controlar a doença, aliviar os sintomas e prevenir novas crises.
Infecções Intestinais
As infecções intestinais são causadas por vírus, bactérias ou parasitas que afetam o trato gastrointestinal, levando a sintomas como diarreia, dor abdominal, náuseas, vômitos e febre. A gravidade varia de casos leves e autolimitados até quadros mais sérios que exigem internação. O tratamento inclui reposição de líquidos e sais minerais, ajustes na dieta e, quando necessário, uso de medicamentos específicos conforme o agente causador. O diagnóstico correto é essencial para evitar complicações e garantir uma recuperação segura e eficaz.
Pólipos
Os pólipos intestinais são pequenas projeções que se desenvolvem na parede interna do cólon ou do reto. Na maioria das vezes são benignos e assintomáticos, mas alguns tipos podem evoluir para câncer se não forem detectados e tratados precocemente. O diagnóstico costuma ser feito por exames como a colonoscopia, que permite não apenas identificar, mas também remover os pólipos durante o procedimento. A prevenção e o acompanhamento regular são fundamentais para reduzir o risco de complicações e manter a saúde do intestino em dia.
Constipação (Intestino preso)
A constipação intestinal, conhecida popularmente como intestino preso, é caracterizada pela dificuldade ou baixa frequência para evacuar, geralmente associada a fezes endurecidas e sensação de evacuação incompleta. Pode ser causada por alimentação pobre em fibras, baixa ingestão de líquidos, sedentarismo, uso de certos medicamentos ou condições clínicas específicas. O tratamento envolve mudanças no estilo de vida, como dieta rica em fibras, hidratação adequada e prática de exercícios físicos, além de acompanhamento médico em casos persistentes. O objetivo é restabelecer o funcionamento regular do intestino e melhorar a qualidade de vida do paciente.

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